5 meses de Estados Unidos: altos e baixos

Eu acho que nunca senti um mês de agosto passar tão rápido na minha vida. Não sei se é porque as aulas voltaram e com isso voltei à minha rotina ou se foi o fato da minha vida dar uma leve virada de cabeça pra baixo. Talvez um pouco de cada.
Nem sempre a vida caminha conforme planejamos e eu, que sempre gosto de saber exatamente aonde estou pisando, me vi sem escolha, apenas precisando aceitar que coisas ruins acontecem, esteja você nos Estados Unidos ou não.
Como já falei no post passado, aqui foi preciso aceitar a ideia de que é cada um por si e pronto. É claro que você vai fazer amizades pelo caminho, mas já vi várias não pensarem duas vezes em te largar porque tem planos melhores que os seus. Mas na hora que bate a tristeza, a vontade é pegar o primeiro avião em direção a um abraço reconfortante. Com isso o skype virou meu melhor amigo. 
Por mais que as pessoas te abandonem no meio do caminho, minha maior recompensa foi perceber quantas outras pessoas chegaram na minha vida ou pelo menos se mostraram presentes no momento que eu precisei. Sejam eles velhos amigos ou novos amigos do Brasil ou pessoas que conheci a poucos meses, mas que já fazem uma enorme diferença nessa vida cheia de emoções intensas. 
Então, nesse quinto mês, eu percebi que não adianta simplesmente desistir porque está difícil, se for um problema pessoal, ele não vai deixar de existir quando você voltar ao Brasil, você vai precisar aprender a lidar com ele. E por mais que seja um pouco doloroso se acostumar com a ausência de alguém, o que é verdadeiro vai estar te esperando ao final dessa jornada. :)












Um comentário

  1. Que orgulho das suas palavras parceira! =)
    É assim que se fala, a vida é feita de altos e baixos e é preciso enfrentá-los e saber lidar com tudo o que a vida te propõe!

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